Olá a todos.. um excelente 2016 para todos nós! Que esse ano seja repleto de coisas boas e pra começar o ano segue meu primeiro vídeo
O som é “Tom Sawyer” do Rush. Gravei na minha sala de aula sem usar nenhum equipamento de gravação, somente o som rolando no rádio, minha bateria acústica e a imagem e aúdio são do meu celular
Espero que gostem desse clássico na minha interpretação
Sim, começaram as férias e estaremos distantes por um curto período.. dia 11 de janeiro estamos de volta com muita aula de bateria e energia recarregada para fazermos muito barulho!
Enquanto isso, aproveitem pra ver essa aula de improvisação que tem um caráter totalmente teatral e cômico. Os caras, são muito bons!
O time é Deen Castronovo na bateria e cantando MUITO, na guitarra o grande Doug Aldrich (Whitesnake) e no baixo e também voz Jack Blades (Night Ranger).
Um Hard Rock honesta e feito por um super trio. Com algumas influencias das ex-bandas dos integrantes, mas com aquele toque de guitarra de hard rock e algum virtuosismo.
Ta aí um dos melhores sons do Sting, na minha opinião! Seven days é uma música que apesar de ser em 5/8, consegue ter uma melodia fácil, harmoniosa e com um apelo Pop. Simplesmente, incrível.
Na batera, nada mais nada menos que o incrível Vinnie Colaiuta, que consegue criar uma ambiência complexa e técnica, mas que gira de forma contínua com os acentos na mão direita!
Dessa vez eu estou escrevendo para apresentar minha página no youtube. Irei começar a publicar vários trabalhos que tenho realizado na minha carreira.
Serão covers de músicas na bateria, composições minhas ou com bandas e projetos que já participei, , além de arranjos para outros músicos e brincadeiras cantando e tocando outros instrumentos, afinal de contas eu adoro tudo isso!!!
Esse aí é o mestre da música brasileira, senhor Kiko Freitas!
Kiko toca com nada mais nada menos que João Bosco e o seu grupo “Nosso trio”.Com uma carreira mais que conceituada na musica instrumental, Kiko é dono de uma linguagem incrível nas baquetas, ele consegue desenvolver figuras rítmicas e criar ostinatos com uma virtuosa capacidade de improvisação.
Nesse solo eu fico me perguntando: – Será que precisamos de muitos tambores para ter mais variedades de sons? Kiko Freitas mostra que é possível desenvolver várias sonoridades simplesmente utilizando baquetas variadas (vassourinha e feltro), tocar com regiões da baqueta diferente, tocar abafado, usar centro da pele, rimshot, aros, rebote de baqueta com aro, mil e uma possibilidades.
Esse é mais um vídeo dos insanos do Dirty Loops. Pra quem ainda não viu, esses camaradas regravam algumas músicas, geralmente algo simplório como é o caso da canção do astro pop Justin Bieber.
Geralmente eles conseguem criar um arranjo que estabelece um groove entre baixo, batera e piano, dessa forma a música fica instrumentalmente matadora, sem falar nos improvisos.
Muita competência desses 3 músicos, sem contar a parte vocal que já é impressionante!
Galera, hoje vou deixar a dica um som muito legal!
A banda que esta tocando é o Ra, isso mesmo! Os caras resolveram fazer uma versão mais “pesada” do clássico “Every little thing she does is magic” do The Police.
Pra quem nunca ouviu RA, vale a pena conferir porque é uma banda muito boa e com uma sonoridade bem própria, sem contar que o vocalista lembra bastante o timbre do Sting.
Já tive várias discussões com amigos que são músicos ou que apenas são bons ouvintes, no entanto, sempre há uma boa discussão quando o assunto é o baterista dos Beatles “Ringo Starr”.
Alguns dizem que ele foi apenas um batera simples, que fazia o que tinha que fazer. Outros defendem que ele era importante por ter feito o suficiente para os Beatles se tornarem a grande banda de todos os tempos, pois se ele tivesse mudado as frases e quebrado alguns ritmos ele não deixaria a música Pop e logicamente não teriam o poder popular da Banda nos dias de hoje.
O que aprendemos com esse vídeo é que o cara sabia muito bem o que estava fazendo! Na opinião de outros grandes bateristas, podemos ver frases que marcaram a história da bateria sem falar no swing “quadrado” que você confere frequentemente em muita bandinha nova por ai.
Também vale lembrar que na época que os Beatles tocavam ainda não existia o P.A. e o som era só aquilo que as caixas alcançavam, ou seja, o cara tinha que tocar alto (forte).